“Gosto de ler de tudo, mas identifico-me com Stephen King”

António Parada iniciou a sua carreira literária em 2014, com o título “A Guardiã”, uma história de ficção científica que decorre em Portugal. Já este ano, lançou “Adão e Eva”, um romance ao melhor estilo do mestre Stephen King. Enquanto prepara o seu novo livro, desta vez com um ambiente épico, fomos conhecer melhor este autor de Sesimbra.

António Parada

Como define o seu livro “Adão e Eva”? Um livro policial, fantástico, de terror, erótico ou outra coisa qualquer?

No fundo, é um pouco disso tudo! Podemos traduzi-lo como uma narrativa algo híbrida, mas que resulta muito bem no seu conjunto, tendo como pano de fundo, em destaque, o mistério e o insólito.

A narrativa deste título decorre na serra do Gerês, porque escolheu este cenário?

O Gerês é fantástico e mágico. Com facilidade, conseguimos imaginar um enredo literário fantasioso a desenrolar-se nesse espaço verdejante e polvilhado de recantos sombrios. Agora essas histórias fantasiosas tanto podem dar azo a narrativas de encantar, verdadeiros contos de fadas ou, pelo contrário, histórias mais insólitas, onde o suspense, o erotismo e o macabro se impõem…

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“Divergente”: quando o sucesso literário chega aos 22 anos

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“Divergent” é o primeiro livro da trilogia homónima, escrita por Veronica Roth, quando tinha 22 anos. Publicado em maio de 2011, destina-se a jovens adultos e a ação decorre em Chicago, num futuro pós-apocalíptico em que as pessoas são divididas por cinco facções distintas (e os restantes declarados sem-facção). Beatrice (Tris) é uma jovem nascida na facção dos Abnegados, mas que opta por viver como Intrépida. Mas à medida que completa a sua iniciação neste grupo, Tris descobre uma conspiração para eliminar a sua facção de origem, ao mesmo tempo que se apaixona pelo seu instrutor Tobias (Quatro). Veronica Roth escreveu “Divergent” enquanto estudava Escrita Criativa na Universidade Northwestern e o livro já vendeu mais de 20 milhões de exemplares, em todo o mundo. O filme com o mesmo nome foi estreado em março de 2014. Em Portugal. “Divergente” foi editado pela Porto Editora, com uma primeira edição de 2012.

Leia o começo de “O dia em que nasci” e depois decida comprar

“A corrente que me prende a perna, magoa-me quando tento forçar o meu alcance à única fonte de luz existente na cave”. É assim que começa “O dia em que nasci”, o primeiro livro do jovem autor Filipe Vieira Branco, que conta a história de Tomé, um adolescente preso em casa, pelo seu próprio pai, que o mantém acorrentado numa cave poeirenta. É a história de emancipação de um rapaz que, ao descobrir o mundo, decide lutar pela sua transformação num lugar onde todos tenham um futuro possível. Leia agora gratuitamente as primeira páginas deste livro, clicando no título acima para fazer o download do seu início. Depois para continuar a ler esta empolgante história de ficção científica, encomende o seu exemplar para o email geral@capitalbooks.net.

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“Isto é o que eu sempre quis”

O Filipe Vieira Branco publicou o seu primeiro livro, “O dia em que nasci” pela Capital Books, em abril deste ano. Vive na pacata cidade de Torres Novas, mas abala para a Toscânia italiana, para fazer voluntariado, já no próximo mês de setembro. Fomos falar com ele para saber mais coisas sobre o que é isto de ser escritor aos 29 anos.

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Para quem nunca ouviu falar, quem é o Filipe Vieira Branco?

Sou um jovem autor que sonhou publicar um livro. Realizou-se. A par disso, sonho também em escrever guiões para cinema ou televisão. E sou apaixonado por ficção científica, fã de Star Wars e viciado nos comics da DC e Marvel. Estudei jornalismo, gosto de Saramago e de filosofia.  Em poucas linhas, acho que já mostrei que o Filipe é alguém com gostos muito versáteis. E nem falei de tudo.

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