“Este livro foi o primeiro bom o suficiente para as pessoas lerem”

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Jay Luís é a autora de “Conquista da liberdade”, uma saga de ficção científica que se inicia com a publicação pela Pastel de Nata Edições de um primeiro volume intitulado “Rebeldes europeus”. Conversamos para saber mais sobre os seus projetos literários.

Quando te surgiu a vontade de escrever e o que te levou a escrever este primeiro livro?

Comecei a escrever perto dos 12 anos, quando percebi que todas as personagens masculinas é que faziam coisas interessantes e quis alterar isso. O meu primeiro projeto foi como que um plágio de outro livro, mas com personagens femininas. Este livro foi o primeiro que comecei a escrever e que penso ser bom o suficiente para outras pessoas lerem, tinha quinze anos na altura em que o comecei a escrever e continua a ser um trabalho em desenvolvimento.

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“É uma história sobre a essência de uma verdadeira amizade”

Ana Ribeiro está de volta com “Ao teu lado”, um novo romance sobre dois amigos de infância, que se envolvem amorosamente. A jovem autora revela o que a levou a escrever este livro e reflete sobre os constrangimentos que cerceiam os novos autores.

Ana Ribeiro

“Ao teu lado” é o teu novo romance. De que trata este título?

Mais do que uma história de amor entre dois amigos de infância, é uma história de afetos e da essência de uma verdadeira amizade que se inicia na infância e se prolonga pela vida fora. Também aborda a temática da diferença, a forma como as diferenças entre as pessoas muitas vezes as podem unir para sempre ou interferirem com as relações que estabelecemos com os outros. E o bullying: na infância, Miguel vive num dilema. Se por um lado sente falta de ter amigos, por outro lado não quer fazer amigos por ter medo de ser gozado por ser pobre.

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“Este livro é sobre seguir os nossos sonhos e compreender o caminho que eles traçam”

Ana Beatriz Ribeiro é a autora de “Governa o meu coração”, título a publicar muito brevemente pela Pastel de Nata Edições. Fomos conversar com esta jovem escritora, residente em Amarante, que agora publica o seu primeiro trabalho literário.

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O que te levou a escrever este teu primeiro livro?

A ideia de escrever um livro surgiu com a paixão de ler que, por sua vez, nasceu na disciplina de Literatura Portuguesa. Só depois de ganhar esta paixão é que eu comecei a escrever pequenos textos e a mostrá-los a uma amiga minha. Esta continuou a incentivar-me a escrever e, quando lhe mostrei o texto que deu origem ao livro, ela desafiou-me a continuá-lo. E eu simplesmente fi-lo. E fiquei surpreendida com o resultado, visto que não esperava escrever um livro, apenas queria ver onde é que aquele texto iria parar. Para além disto, o que me levou a escrever o livro foi a necessidade de escrever a história daquelas personagens e a insistência com que elas permaneciam na minha cabeça.

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“Este livro nasceu quando li uma entrevista de uma figura pública”

Joana Reis é a autora de “Jet-Set”, a história de uma mulher viúva forçada a reconstruir a sua vida no meio da alta sociedade. A autora explica-nos porquê e como o escreveu.

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Este é o seu primeiro livro? O que o levou a escrevê-lo?

Antes de responder às perguntas, quero agradecer esta oportunidade à Capital Books/Pastel de Nata Edições, que me deram a oportunidade de realizar um dos maiores sonhos da minha vida: publicar um livro. Obrigado. “Jet-Set” é o meu primeiro livro a ser editado, embora não tenha sido o primeiro a ser escrito. O que me levou a escrevê-lo foi a minha paixão pela escrita.

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“Este livro foi escrito para ser um clássico, não um livro da moda”

Bruno Vilas é o autor de “O berço do fim”, romance em que os personagens vivem um ardente protagonismo. Conversamos sobre este seu primeiro livro e projetos futuros.

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Este é o seu primeiro livro? O que o motivou a escrever este título?

Este é a minha estreia como romancista, mas a escrita já vem de longa data. Mas só agora saltou cá para fora, para o público em geral, uma espécie de caixa de pandora apocalíptica. “O berço do fim” foi escrito para ser um clássico, não um livro da moda, um livro que será saboreado daqui a 100 anos como se fosse atual, esse é o grande objetivo da minha escrita, criar um buraco no espaço-tempo, onde as pessoas ficam presas durante o tempo em que lêem o livro.

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“Publicar um livro era um sonho e é muito gratificante realizá-lo”

Sofia Cardoso publicou um registo autobiográfico intitulado “2015 ao pormenor”, a sua estreia literária, em setembro deste ano. Depois de escutar o feedback dos seus primeiros leitores, esta autora já prepara novas incursões pelo mundo das letras.

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Qual a sensação de publicar o primeiro livro e como é que este “2015 ao pormenor” foi recebido pelos leitores?

Difícil resumir o que se sente… Antes de mais, um profundo reconhecimento. Por ver um ano de trabalho recompensado e o meu tímido talento valorizado. Publicar um livro era um sonho e é muito gratificante realizá-lo. Só que não basta a editora acreditar, é preciso que o público esteja lá depois para o apreciar e este meu “2015 ao pormenor” tem sido muito bem recebido pelos leitores. Aquilo que as pessoas mais realçam é o lado positivo, otimista, a par da prova de força e superação que reconhecem nele. Dizem-me que se revêem nas minhas palavras, que a leitura é agradável e que transmite uma energia positiva que é inspiradora, o que me deixa particularmente feliz porque é precisamente esse o objetivo maior da minha escrita: tocar de alguma forma quem me lê. Depois recebo também elogios ao ritmo e ao meu estilo muito próprio. A propósito, chegou-me a reação de uma criança de sete anos que ao ler uma passagem exclamou de entusiasmo para a mãe: «parece poesia!», o que prova que o livro é abrangente, podendo cativar várias idades. Tenho também quem me diga que quando começou não conseguiu parar. Que a ideia da estrutura do livro está muito boa, porque é fácil de ler. Já pus a ler quem não gostasse de o fazer, por exemplo… Sobretudo, quem se encontrou nas suas páginas, ficou sensibilizado e achou graça, desde logo, ao desafio de se procurar, sabendo naturalmente que faz parte dele. Se bem que, devo dizer, ainda haja quem desconheça que inspirou um ou mais pormenores deste livro, fazendo assim também parte dele sem saber…

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“Os anos 60 cativam-me pela liberdade e pela afirmação”

Filipe Queiroga assina “O Infante”, o relato da viagem do jovem Zacarias até França, durante os anos 60 do século passado, numa jornada à descoberta do mundo e de si próprio. Conversamos com este autor, para entender mais sobre a sua escrita.

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Este é o seu primeiro livro? Porque o decidiu escrever?

Sim, é o meu primeiro livro. Comecei a escrever há vários anos, mas apenas poesia, sem nunca ter editado qualquer trabalho e apenas por satisfação pessoal. Entretanto senti vontade de experimentar algo diferente, porque sempre gostei de ler e porque achei que poderia ter outra liberdade de criação ao escrever um romance.

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“Este livro surgiu para ajudar a valorizar as coisas mais simples”

Sofia Cardoso assina o título “2015 ao pormenor”, publicado pela Pastel de Nata Edições. Conversamos com esta autora para saber o que a motivou a escrever este relato autobiográfico, que pretende ajudar todos os que enfrentam situações difíceis.

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Porque resolveu escrever este livro?

Perante os desafios da vida, sobretudo os adversos, considero que só temos duas opções: ou nos fortalecemos ou nos deixamos abater. Eu sempre reagi e segui o melhor que consegui. A resistência e a persistência têm sido as minhas armas e resolvi aliar um sonho adormecido à vontade de superar tempos conturbados. Este livro surgiu, por isso, da necessidade de colocar em prática uma filosofia em que acredito e que tenho vindo a cultivar, de forma crescente e cada vez mais consciente, que consiste, basicamente, na valorização diária, prática, efetiva, das coisas mais simples. Na verdade, muitos defendem e aplaudem o gozo intenso e positivo da vida no dia-a-dia, mas sempre achei que são poucos os que conseguem praticá-lo verdadeiramente. No fundo, penso que queria provar, pela minha própria experiência, a mim mesma e ao resto do mundo que isto não é só filosofia em teoria e que é possível, de facto, desencantar um pormenor positivo, real, de cada um dos nossos dias, desde que saibamos valorizar tudo o que nos faz sentir e sorrir.

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