“Quem não vê bem uma palavra, não pode ver bem uma alma”

quem não vê bem uma palavra

Quem não vê bem uma palavra, não pode ver bem uma alma.

Fernando Pessoa é um dos mais conhecidos poetas e escritores portugueses. Nasceu em 13 de junho de 1888 (dia de santo António) e faleceu em 1935. Enquanto poeta, desdobrou-se em múltiplas personalidades – os seus heterónimos. Os três heterónimos mais conhecidos (e aqueles que assinaram a maior parte da sua obra poética) foram Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro. “Mensagem”, uma coletânea de poemas sobre grandes personagens históricas portuguesas, foi o único livro (em língua portuguesa) publicado em vida por Fernando Pessoa.

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“Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”

deus quer o homem sonha a obra nasce

“Mensagem” é uma coletânea de 44 poemas de Fernando Pessoa, publicado em 1 de dezembro 1934 (dia comemorativo da Restauração) e apenas um ano antes da sua morte. Foi contemplado, logo neste ano da sua publicação, com o prémio Antero de Quental, atribuído pelo Secretariado Nacional de Informação, então dirigido por António Ferro. A obra trata do passado glorioso de Portugal, num estilo sebastianista e valorizando os antigos heróis e descobridores portugueses. O poema “O Infante” é um dos mais conhecidos de Fernando Pessoa e tem uma versão musicada por Dulce Pontes.