“É um livro que aborda o suicídio e que também fala de homofobia”

Filipe Vieira Branco é o autor de “Deixa-me ser”, um título autobiográfico que conta a sua experiência pessoal no processo de assumir publicamente a homossexualidade. É um livro que aborda na primeira pessoa a homofobia, mas também amor e aceitação.

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De que trata este teu novo livro, que tem um caráter autobiográfico?

Conta a história do meu coming out, do que foi assumir-me como homossexual junto da minha família aos 20 anos e de tudo o que se passou depois disso. É um livro que aborda de forma muito direta o suicídio e que na sua essência fala também de homofobia, preconceito, mas também de amor e aceitação. E fala de outro assunto, que nunca referi na divulgação, porque quero que seja uma surpresa total para quem vai ler. É um assunto ainda mais tabu que a homossexualidade ou o suicídio. É algo de que ninguém quer falar. E sei que vai ser um choque para a maioria das pessoas, mas foi por isso mesmo que o escrevi.

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Filipe Vieira Branco parte para Florença com bloco de notas

Filipe Vieira Branco

Filipe Vieira Branco parte para a vila italiana de Forli (nas proximidades de Florença) no dia 6 de outubro, para trabalhar como voluntário num projeto educativo para crianças com necessidades especiais. O autor diz-se entusiasmado com a experiência porque “vou estar noutro país, noutra cultura. Mas sobretudo porque vou trabalhar, como voluntário, com crianças portadoras de deficiência e que têm necessidades especiais. Estou ansioso para começar”. Filipe garante que, no entanto, continuará a escrever durante os 10 meses da sua permanência na Itália: “planeio escrever muito. Vou ter muitas novidades para contar. E até já comprei um bloco de notas, que irá servir-me exclusivamente como diário nos meus dias por lá. Quem sabe se não dá depois para um novo livro…”. Depois do lançamento do seu primeiro livro “O dia em que nasci”, em abril deste ano, o autor embarcou numa pequena digressão literária: “tem sido um ano incrível. Cada apresentação foi única, em sítios muito diferentes. Até apresentei o meu livro numa prisão! Alguma vez imaginei que isso fosse possível? Nunca!”. Os projetos deste jovem autor passam agora pela preparação de um novo título, que versará sobre a sua revelação pública como gay. Comenta ainda o FIilipe: “depois de ter anunciado o meu livro biográfico, que simplificando fala sobre a minha vida como homossexual, tenho recebido montes de mensagens e comentários de apoio. É tudo muito novo para mim, mas é muito, muito bom viver isto”.

“Tu gostas de rapazes, não é?”

Filipe Vieira Branco é um jovem autor que, depois da publicação do seu primeiro título – “O dia em que nasci” – prepara agora o lançamento de um livro autobiográfico, onde relata as dificuldades decorrentes da revelação familiar e pública da sua condição homossexual. Esta é, em exclusivo, a pré-publicação das primeiras palavras desse novo livro (ainda sem título), evidenciando já as linhas mestres do que aí vem.

Filipe Vieira Branco

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Filipe Vieira Branco promove iniciativa de apoio aos refugiados

Filipe Vieira Branco

O escritor Filipe Vieira Branco lançou ontem, dia 1 de setembro, uma iniciativa no Facebook, para acolher os refugiados que se dirigem à Europa. O objetivo passa por reunir informações úteis sobre a assistência que está disponível, fazer pressão para que seja possível acolher mais do que 1.500 refugiados em Portugal e dinamizar a troca de ideias sobre o tema. A página denomina-se Portugal pode ajudar e já verificou, desde o seu lançamento, a adesão de largas centenas de portugueses. O jovem autor lembra, na nota explicativa da sua iniciativa, que “os refugiados são recursos humanos, experiência e talentos. Eles precisam de nós agora, mas nós também precisamos deles para o nosso futuro” e apela aos portugueses que se juntem e ofereçam um pouco daquilo que têm e de que são capazes. “Podes contribuir aqui com uma palavra, uma ideia e uma atitude. Ajuda a acolher refugiados em Portugal”, remata o autor deste movimento, que assume que se inspirou na iniciativa pioneira da escritora islandesa Bryndis Bjorgvinsdottir.

Leia o começo de “O dia em que nasci” e depois decida comprar

“A corrente que me prende a perna, magoa-me quando tento forçar o meu alcance à única fonte de luz existente na cave”. É assim que começa “O dia em que nasci”, o primeiro livro do jovem autor Filipe Vieira Branco, que conta a história de Tomé, um adolescente preso em casa, pelo seu próprio pai, que o mantém acorrentado numa cave poeirenta. É a história de emancipação de um rapaz que, ao descobrir o mundo, decide lutar pela sua transformação num lugar onde todos tenham um futuro possível. Leia agora gratuitamente as primeira páginas deste livro, clicando no título acima para fazer o download do seu início. Depois para continuar a ler esta empolgante história de ficção científica, encomende o seu exemplar para o email geral@capitalbooks.net.

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Capital Books oferece ebook para comemorar aniversário

Capital Books

Para celebrar o seu primeiro aniversário, a Capital Books oferece agora a todos os leitores a versão eletrónica (ebook) do livro “Todos por Um” (clique no nome do livro para fazer o download e grave depois o ficheiro no seu computador, para uma leitura mais fácil). Este livro é uma coletânea de contos originais, cada um deles assinado por um dos autores que – ao longo dos últimos meses – foi publicando nesta editora. Descarregando este ebook, travará conhecimento com mais de uma dúzia de distintos autores. Pode também encomendar a versão em papel deste livro “Todos por Um”.

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“Isto é o que eu sempre quis”

O Filipe Vieira Branco publicou o seu primeiro livro, “O dia em que nasci” pela Capital Books, em abril deste ano. Vive na pacata cidade de Torres Novas, mas abala para a Toscânia italiana, para fazer voluntariado, já no próximo mês de setembro. Fomos falar com ele para saber mais coisas sobre o que é isto de ser escritor aos 29 anos.

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Para quem nunca ouviu falar, quem é o Filipe Vieira Branco?

Sou um jovem autor que sonhou publicar um livro. Realizou-se. A par disso, sonho também em escrever guiões para cinema ou televisão. E sou apaixonado por ficção científica, fã de Star Wars e viciado nos comics da DC e Marvel. Estudei jornalismo, gosto de Saramago e de filosofia.  Em poucas linhas, acho que já mostrei que o Filipe é alguém com gostos muito versáteis. E nem falei de tudo.

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