“Gosto de deixar as pessoas a pensar, (…) dar-lhes a escolher uma perspetiva de determinada personagem com a qual se identificam”

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Luís Vilas Espinheira acaba de lançar o romance “Prenúncio de Morte”. Um livro sobre uma família do norte, tal como o próprio autor.

1 – Quando te surgiu a vontade de escrever e o que te levou a escrever este primeiro livro?

Eu sempre gostei de ouvir e de contar histórias. Ler livros, ver séries, filmes e novelas, ter um olhar crítico sobre outras realidades. Comecei a escrever por passatempo. Há quem leve o cão a passear, quem trate do jardim, quem jogue futebol com os amigos. No meu caso, usava os meus tempos livres para escrever sobre pessoas que inventava, o seu passado e os seus fantasmas.
Sempre tive uma posição bem definida sobre determinado tipo de assuntos. E, na altura (2015), quando comecei a escrever o livro, quis transpor esses assuntos para a vida das minhas personagens.

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