“Este livro foi o primeiro bom o suficiente para as pessoas lerem”

jayluis

Jay Luís é a autora de “Conquista da liberdade”, uma saga de ficção científica que se inicia com a publicação pela Pastel de Nata Edições de um primeiro volume intitulado “Rebeldes europeus”. Conversamos para saber mais sobre os seus projetos literários.

Quando te surgiu a vontade de escrever e o que te levou a escrever este primeiro livro?

Comecei a escrever perto dos 12 anos, quando percebi que todas as personagens masculinas é que faziam coisas interessantes e quis alterar isso. O meu primeiro projeto foi como que um plágio de outro livro, mas com personagens femininas. Este livro foi o primeiro que comecei a escrever e que penso ser bom o suficiente para outras pessoas lerem, tinha quinze anos na altura em que o comecei a escrever e continua a ser um trabalho em desenvolvimento.

De que trata este novo título, podes resumir um pouco da trama?
O título é “Conquista da Liberdade” porque o mundo inteiro está sobre as garras de uma ditadura esclavagista e o livro é sobre um grupo de rebeldes que tentam traçar um caminho para derrotar esse o regime.
conquista da liberdadecapa
Como é que te veio a inspiração para o fazer?
O início veio do pesadelo de uma colega minha e dos medos da minha irmã de uma Terceira Guerra Mundial, a continuação do livro foi acontecendo depois.
Que tipo de literatura gostas mais e quais os autores que podes destacar?
Em fantasia, Christopher Paolini, John Flanagan e J.K. Rowling, claro. Na área de mistério, gosto de José Rodrigues dos Santos e Robin Cook
De que forma vais promover o livro?

Através da minha página no Facebook, de contactos com bloggers e algumas apresentações noutros pontos do país. A apresentação pública decorre em Sines, dia 8 de julho.

Já tens ideias para novos projetos literários?

Se tenho… O segundo livro desta saga já está concluído e tenho um projeto a caminho para dar a conhecer o que é ser bombeiro voluntário em Portugal de uma perspetiva diferente, que já tem título, “Um Quartel, Uma Casa” e pode sair em forma de ficção ou romance.

Jay não é o seu verdadeiro nome, então porque optou por o usar?
Não gosto muito do meu nome por ser bastante comum e conheci uma pessoa que não gostava nem do meu primeiro, nem do meu segundo nome. Por isso, pediu-me para inventar outro nome e surgiu o Jay. Hoje, nas redes sociais uso esse nome e até alguns amigos e colegas meus já me tratam assim.
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