“O mais importante é o autor desenvolver o seu estilo próprio”

“Não se brinca com coisas sérias” – a publicar brevemente pela Capital Books – é uma coletânea de textos humorísticos de Amílcar Monteiro. Depois de passar pela stand-up comedy, o autor estreia-se com uma mão cheia de textos que misturam humor negro e absurdo. E um prefácio assinado por alguém muito especial…

amílcar monteiro

Como te surgiu a ideia de escrever este livro?

Desde que criei o meu blog, em 2007, e comecei a escrever de forma mais regular, que tinha já a ideia de um dia publicar um livro de textos humorísticos. No entanto, decidi que o tentaria apenas quando tivesse textos suficientes que me permitissem fazer uma seleção com um mínimo de qualidade. Em finais de 2014, achei que já tinha chegado essa altura e comecei o processo de edição do livro: escolha e organização do material, adaptação de textos que fiz para stand-up comedy e escrita de novas parvoíces a parodiar o meu próprio livro.

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“Sei que hei de conseguir alcançar o meu sonho de viver da escrita”

Duda é uma jovem autora, residente em Sines, que se estreia na literatura fantástica com “Elfanos – O Legado”, a história de cinco jovens amigos que atravessam um portal mágico e descobrem um mundo povoado de elfos, lobisomens e vampiros.

Duda

Como começaste a escrever e que obras já publicaste?

Comecei a escrever perto dos 12 anos porque achava que os livros que eu lia podiam ser diferentes; que aquela ideia podia ser de outra maneira; que, ao meu gosto, funcionava melhor. Não que fosse verdade, claro. Eu tinha apenas demasiadas ideias na cabeça e arranjei essa forma para as colocar fora dela. O primeiro livro que publiquei foi “Mudança Indesejada – Campus Thomas”, do género romance. E agora vou editar “Elfanos – O Legado”, do género fantástico.

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“Resolvi fazer este livro como forma de agradecimento”

“Notas perdidas pelo telemóvel” é o mais recente livro de Pedro Rodrigues. Uma compilação de notas literárias, que o autor reuniu para agradecer aos seus leitores.

Pedro Rodrigues

“Notas perdidas pelo telemóvel é um livro singular”, o que é que fizeste aqui?

Peguei no que já estava feito: algumas notas perdidas pelo telemóvel e pelos cadernos. Resolvi fazer uma compilação. É um livro cru. Não houve qualquer edição das notas. Tenho pena de não conseguir passar também as partes que estavam riscadas. Seria engraçado.

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